23/07/19

Pontos de contato da marca: a comunicação do seu negócio e a experiência do seu cliente nas suas mãos

Lembra aquele dia que o Whats, o Insta e o Face caíram e todo mundo ficou meio sem saber o que fazer? Se você, por acaso, ainda por cima tem seu negócio próprio e utiliza alguma (ou todas) dessas plataformas pra se relacionar com seus clientes, apostamos que ficou ainda mais perdido.

Estamos certos? Pois bem, e sabe o que temos a dizer: nunca, jamais, never deixe sua comunicação nas mãos de outra (ou outras) pessoas! Sim, isso mesmo. E sabe por onde começar pra que não passe mais apuros se esse cai cai ocorrer de novo? Sim, justamente: conhecendo e atuando nos pontos de contato de sua marca com seu público.

Ah, mas aí você nos pergunta: tá, gente legal de Brick Lane, mas como é que faço isso? E que raios são esses pontos de contato, afinal?

 

Well, amiguinhxs, vem que a gente explica tim tim por tim tim!

 

Começando do começo: o que é esse lance de pontos de contato da marca?

Nada mais é, my friend, do que qualquer lugar, coisa ou momento em que seu público pode esbarrar na sua marca aqui no mundo digital ou aí no mundo real. E também é importante frisar que isso pode ocorrer em qualquer fase do relacionamento entre vocês, ou seja, antes de fazer negócio contigo, durante ou depois e está completamente relacionado ao tipo de experiência que as pessoas terão com sua empresa e na expectativa que elas têm antes disso. Isso significa que não é só importante que você preste atenção a isso, mas que esteja sempre de olho e aprimorando.

 

Agora, certeza que quer saber como conhecer todos esses momentos, né? Então tá, siga aí 🙂

 

Mapeando todos os pontos de contato de sua marca

O jeito mais simples (e talvez o mais eficaz) seja você criar uma sequência que siga todos os passos de um cliente comum de seu negócio, desde o momento que ele fica sabendo que você existe até depois de fazer negócio com você.

 

Pode ser uma listinha mesmo (a gente ama listas!) começando por de que forma ou onde seu público pode ficar sabendo que você existe, ter mais informações sobre sua empresa, até o ponto em que ele já é seu cliente e, por isso, estabeleceu um relacionamento com ele. Tente pensar em todas as interações possíveis, pois isso vai te ajudar mais à frente.

 

Aqui temos alguns exemplos básicos de pontos de contato que uma marca pode ter:

 

Logo

Site

Blog

Cartão de visitas

Funcionários

Loja ou outro ambiente físico, como um Consultório ou Escritório

Telefone

Publicidade (em qualquer lugar e formato)

E-mail

Publicações

Apresentações

Feiras

Eventos

Ponto de venda (PDV)

Perfis nas mídias sociais

Embalagem de produto

Produtos e serviços

Serviço de Atendimento ao Cliente

 

Mas porque é importante conhecer todos esses pontos de contato da minha marca?

Simplesmente pra que tenha o mínimo de controle sobre a experiência do público com sua marca. Além disso, dependendo do ponto de contato, você ainda tem de quebra a comunicação da sua empresa nas suas mãos.

 

E sim, isso é fundamental para qualquer tamanho ou perfil de negócio.

 

O mínimo do mínimo

Se você olhou essa lista aí de cima e ficou um pouco angustiado, pensando que nunca nem se deu conta que teria de cuidar de tantas coisas, não fique assim.

 

Você pode pensar que hoje não é possível cuidar de tudo isso e nós te dizemos que tá tudo bem 🙂

 

Simplesmente comece pequeno, mas comece! E já!

 

E o mínimo do mínimo, então, seria que pelo menos você:

 

1- Desenvolva uma identidade visual

A “cara” de seu negócio é tão importante quanto seu próprio produto, serviço ou sua arte. Tudo deve sintetizar quem você é, precisa transmitir a cultura de sua empresa, seus valores, e é uma forma de valorizar ainda mais o seu trabalho.

 

 

Um bom logo, um cartão de visitas bacana, utilizar as cores da sua empresa em todos os seus materiais e por aí vai. Tudo isso é comunicação e ser eficiente e consistente na mensagem é fundamental.

 

Se quiser estamos aqui pra te ajudar nessa 😉

 

2- Tenha um site

 

Siiiiiiimmmmmmmmm! Mesmo com tantas plataformas e mídias sociais disponíveis, o padrão é que as pessoas ainda esperam que um negócio sério, um projeto realmente profissional, tenha ao menos um site (lembra que falamos de cuidar da experiência e ficar de olho na expectativa que as pessoas têm de seu negócio? Então, ó só!)

 

Parece uma coisa boba, mas não é. Pra ter certeza disso, basta fazer um exercício bem simples: pense na última vez que queria comprar alguma coisa, conhecer algum lugar, obter algum tipo de serviço. Qual foi uma das primeiras coisas que fez? Foi pro Google, né?

 

Se essa foi sua resposta, pense agora na seguinte situação: colocou o nome do estabelecimento, marca ou produto de interesse lá no campo de pesquisa e, surpresa: não veio nada! Não tinha site, blog, nada. Ou ainda tem alguma coisa, mas só uma página no Facebook. O que você acharia dessa empresa, produto ou marca? Que não é séria? Que não existe? Que poderia ser menos amadora?

Pois a grande maioria das pessoas faz essa mesma relação: se não está na internet, se não tem site, não existe ou não pode ser séria. E isso independentemente de qual setor atue, seja empresa, profissional liberal ou da economia criativa.

 

Agora, lembre do lance da queda. E se a pessoa buscou no Google por sua empresa e só achou sua página no Facebook e o perfil no Instagram, massssss, tá tudo fora do ar! O que aconteceu? Pode por uma bobagem (sim, uma bobagem!) ter perdido um (ou muitos) cliente(s).

 

Se qualquer negócio tem um site, você já olha com outros olhos. Então, além de ser um reforço de sua existência e uma maneira mais profissional de se apresentar, há alguns outros benefícios:

 

  • Ter um endereço próprio na Internet para a divulgação do trabalho, com espaço suficiente para: expor todo o portifólio, sem restrições; promover suas ideias e inspirações em um local exclusivo e só seu
  • Ter a possibilidade de efetuar vendas diretamente ao consumidor, sem intermediários, por meio de uma loja online
  • Se relacionar com sua audiência e captar contatos
  • E claro, ser encontrado em pesquisas feitas no Google, ainda hoje o principal mecanismo de buscas da internet mundial

 

No final das contas, uma ferramenta não substitui a outra, são complementares, pois o site seria seu ponto focal no mundo digital, enquanto outras plataformas, como perfis em mídias sociais vão te apoiar na geração de tráfego e engajamento.

 

Se você quer saber mais sobre o desenvolvimento de site e blog profissional, mande uma mensagem pra gente que te damos algumas dicas e também podemos contar um pouco como podemos te ajudar a ter sua própria casinha na Internet ❤️

 

Ah, preparamos um E-book explicando porque você deve ter um site e qual o caminho pra isso acontecer. Você pode baixa-lo gratuitamente nesse link aqui.

 

3- Comece uma lista de e-mails

 

Ahãaaaaaaa, tem gente que já matou o e-mail milhares de vezes, mas ele continua aí: firme, forte e relevante!

 

Ah, diz aí que não fica todo ansioso pra ler quando vê que chegou um na sua caixa de entrada?

 

Ainda aqui em 2019 o e-mail comum, ou sua versão para ações de marketing, são essenciais para a comunicação de qualquer empreendimento. Com ele estabelece mais um canal direto com seu público e abre espaço para falar de assuntos que são importantes pra você e sua empresa. São quase infinitas as possibilidades de comunicação por e-mail e você precisa se lembrar sempre disso.

 

E existem muitas maneiras de construir uma lista de e-mails de seu público. Aqui vão algumas bem básicas e simples, porque é pra começar hoje mesmo, hein!

 

  • Registre quem entra em contato com você: crie um banco de dados das pessoas que entram em contato contigo, desde aquelas que querem tirar dúvidas, pedir orçamento às que já fizeram negócio com você.
  • Ofereça conteúdo em troca do email: podem ser e-books, check-lists, vídeos exclusivos e o que mais você conseguir produzir, que tenha a ver com seu negócio e, principalmente, que seu público vá se interessar
  • Envie uma newsletter para sua lista com informações bacanas sobre seu negócio ou segmento de atuação, lançamento de novos produtos ou serviços, um evento que vai organizar ou participar, pode ainda enviar dicas de uso dos seus produtos. Tenha em mente que o principal é considerar nessa comunicação informações que sejam relevantes pra sua audiência. Você pode incluir no seu site ou divulgar em outros canais, como nas mídias sociais, o que as pessoas ganham ao se cadastrarem pra receber sua newsletter e, dessa forma, incentiva-las a se inscreverem. Assim você vai ampliando sua lista.
  • Ofereça algum tipo de benefício para quem visitar seu site e deixar o e-mail. Pode ser um desconto ou brinde na primeira compra, por exemplo.

 

Vale destacar que, em alguns casos, será necessário o desenvolvimento de uma página de captura de e-mails, as chamadas Landing Pages. Há algumas opções gratuitas, como do MailChimp, e você também pode incluir uma dessas no seu site.

 

E aí, conseguimos clarear um pouco sobre esse assunto pra você? Se sim, conte pra gente nos comentários o que pensa em fazer pra cuidar melhor dos pontos de contato da sua marca com seu público. Agora, se ficou alguma dúvida, escreva pra gente!

 

Imagens: Unsplash (Mike Petrucci, Kristian Egelund, Le Buzz e Web Hosting)
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